Em processo criminal,
tempo é defesa.
Prisão em flagrante, intimação, investigação em curso, audiência marcada. Cada uma dessas situações tem um prazo e um caminho próprio — e as primeiras horas costumam ser as que mais importam.
Em qual dessas situações você está?
Reconhecer o estágio do caso é o primeiro passo para saber o que pode ser feito agora.
Prisão em flagrante
A lei prevê audiência de custódia em até 24 horas, na qual a legalidade da prisão é analisada. A presença da defesa nesse ato é essencial.
Investigação em curso
Existe inquérito, intimação para depoimento ou busca e apreensão. A atuação da defesa já na investigação pode influenciar todo o processo.
Recebeu intimação ou citação
Há prazo em curso para apresentação de resposta à acusação. Prazo perdido em processo criminal raramente se recupera.
Já está preso
Conforme o caso, é possível analisar cabimento de habeas corpus, revogação de prisão preventiva ou substituição por medidas cautelares diversas.
Caso de Tribunal do Júri
Crimes dolosos contra a vida seguem rito próprio, em duas fases, até o julgamento em plenário perante os jurados.
Execução da pena
Mesmo após a condenação existem direitos a acompanhar: progressão de regime, livramento condicional e demais incidentes da execução.
Defesa não é privilégio.
É garantia de todos. Natália dos Santos · Advocacia Criminal
Do primeiro contato à análise do caso
Você envia uma mensagem
Descreva a situação pelo WhatsApp, sem compromisso. Todo contato é tratado com sigilo profissional.
O escritório verifica o estágio
É analisada a documentação disponível e em que fase está o procedimento — inquérito, processo ou execução.
Conversa para análise do caso
É agendado um atendimento para entender o caso concreto, com tempo e atenção adequados.
Providências cabíveis
Sendo o caso, são apresentadas as medidas possíveis e as condições de atuação, com clareza e por escrito.
Atendimento por WhatsApp · sigilo profissional
Quem vai cuidar do seu caso
Natália dos Santos é advogada criminalista há mais de sete anos, natural de Colatina, no Espírito Santo. Escolheu a advocacia movida pelo desejo de honrar a própria família — foi a primeira a conquistar um curso superior.
Hoje é Presidente da Comissão do Tribunal do Júri da OAB/ES, função que reforça seu compromisso com a excelência e com a atuação técnica na advocacia criminal.
Acredita que uma boa defesa exige estratégia, preparo e, acima de tudo, humanidade. Conduz cada caso com ética, responsabilidade e dedicação, oferecendo a quem confia nela uma defesa séria, personalizada e comprometida com seus direitos.